A Morte Não Existe

Mensagens, depoimentos e informações sobre a história da Joyce

Ninguém será o que não veio para ser, o que não nunca foi do que deveria ser…

Ninguém será o que não veio para ser, o que não nunca foi do que deveria ser…
Mensagem para quem exigiu explicações holograficamente 

Recebemos hoje este texto de autoria de nosso amigo e professor Sérgio Almeida Ajabiim, que consideramos apropriado, e portanto compartilhamos.

Sérgio Almeida Ajabiim

Olá Crianças da Luz,

Se investigarem as infinitas causas nos momentos que parecem ser avisos, antecipações turvas entre intuições, imaginações, sonhos, tragédias, fatos, realidades e repressões, ela são impressas por poucas evidências. Possivelmente são consolidadas na cola que não se cola entre os inúmeros desejos, caminhos, fantasias, verdades, realidades, ilusões, vaidades e situações póstumas. Seria acreditar nas reações psicossomáticas que se enveredam no próprio esconderijo de não conhecer a Si mesmo.

Não culpem o inconsciente, que por si todos desconhecem a consciência do inconsciente.

Não culpem as falhas, que faltam vir aos próximos de outro passado que não valem seguir para outras falhas.

Não culpem as decepções, congestões mentais nas insalubres verdades da própria imposição de se impor.

Entre as labaredas de querer acertar por outros de outros para Si, há o frenesi de corrigir o passado que não se passa pelas frustrações nas realizações de paixões sem conclusão de porque os tesões!

Excitações, incrementos acumulados de graus não realizados por um no meio de muitos outros. Tão Só na multidão incomum, sentem desconhecidos os próprios sentidos.

Quantos desejam contar… Para que contar o que não sabem contar daquilo que se não se conta, a verdade de algo que imaginam ter passado. Relatam as mesmas coincidências de situações que estavam no fundo do passado que se projeta na psique da imagem no quebra galho dos braços dos outros.

Amores partidos, amores feridos, amores consumidos, amores prisão. Conjuntos designados nas lembranças dos maus tratos. São quase fenômenos dos processos das psiques ameaçadas na excelência antecipada dos próprios perigos.

Déficit e condutas em forma de armas e couraças descortinam outra personalidade; elaboram outras funções com efeito de compensação.

Viciosos, não percebem que são viciados nos vícios dos desejos negados por si mesmos.

O realce será a conservação dos sentimentos da insatisfação implantados no outro para ensinar a suposta expectativa da própria solução de algo. Assim será àqueles que não Olá Crianças da Luz,

Se investigarem as infinitas causas nos momentos que parecem ser avisos, antecipações turvas entre intuições, imaginações, sonhos, tragédias, fatos, realidades e repressões, ela são impressas por poucas evidências. Possivelmente são consolidadas na cola que não se cola entre os inúmeros desejos, caminhos, fantasias, verdades, realidades, ilusões, vaidades e situações póstumas. Seria acreditar nas reações psicossomáticas que se enveredam no próprio esconderijo de não conhecer a Si mesmo.

Não culpem o inconsciente, que por si todos desconhecem a consciência do inconsciente.

Não culpem as falhas, que faltam vir aos próximos de outro passado que não valem seguir para outras falhas.

Não culpem as decepções, congestões mentais nas insalubres verdades da própria imposição de se impor.

Entre as labaredas de querer acertar por outros de outros para Si, há o frenesi de corrigir o passado que não se passa pelas frustrações nas realizações de paixões sem conclusão de porque os tesões!

Excitações, incrementos acumulados de graus não realizados por um no meio de muitos outros. Tão Só na multidão incomum, sentem desconhecidos os próprios sentidos.

Quantos desejam contar… Para que contar o que não sabem contar daquilo que se não se conta, a verdade de algo que imaginam ter passado. Relatam as mesmas coincidências de situações que estavam no fundo do passado que se projeta na psique da imagem no quebra galho dos braços dos outros.

Amores partidos, amores feridos, amores consumidos, amores prisão. Conjuntos designados nas lembranças dos maus tratos. São quase fenômenos dos processos das psiques ameaçadas na excelência antecipada dos próprios perigos.

Déficit e condutas em forma de armas e couraças descortinam outra personalidade; elaboram outras funções com efeito de compensação.

Viciosos, não percebem que são viciados nos vícios dos desejos negados por si mesmos.

O realce será a conservação dos sentimentos da insatisfação implantados no outro para ensinar a suposta expectativa da própria solução de algo. Assim será àqueles que não querem ver como procederam para trair a Si mesmo!

Os recalques serão para as outras neuroses…
Portas fechadas dos desejos que os outros façam o mesmo.

Funções dos delírios…
Reabilitados os desequilíbrios.

Condensadas as máscaras sociais, formas-pensamento sustentam certos argumentos…

Quem será fiel às tentações internas que NÃO contaminam o próximo?

Querer o que quer conhece o tempo intenso do tempo de absorver, conhecer e consumir o outro.

Surgem desvios e distanciamentos alheios INTERNOS do próprio inimigo íntimo, o regresso da IMAGEM da prisão do passado.

Encurralado o EU da própria vida…
Indecisa.

Apalpa a escuridão da inteligência e fome, consomem uns aos outros nas prateleiras dos novos vitrais.

Mediador é instinto doméstico desconhecido dos outros… Épico orgulho.

A verdade não virá no fim quando a realidade nunca se separar da própria falsidade. Não digam que as mentiras não existirão se a morte não matou as próprias verdades nas tristezas da voz não dita entre as lamentações não ouvidas.

Ninguém abraça a face oculta da própria Alma da Personalidade que nunca percebeu. Há quem não tenha aprendido a ver a Alma Persona no autoconhecer do Próprio Espírito, o que deveria SER.

Ninguém será o que não veio para ser, o que não nunca foi do que deveria ser…

por Sérgio Ajabiim

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