A Morte Não Existe

Mensagens, depoimentos e informações sobre a história da Joyce

Arquivo para Depoimentos

O “Centro Energético Grupo de Luz” de Estrela atenderá todas as terças-feiras!!!!

Grupo de Luz em Estrela

Eu estou entre a Nice e a Vera

Ola, bom dia!
Estive ontem a convite da Vera Borba participando do primeiro encontro no Centro Energético Grupo da Luz, na cidade de Estrela RS.
Foi um lindo encontro, de muita energia, e ao final todos receberam passes.
Tive então a oportunidade de falar sobre como a Joyce nos afetou, como esta trajetória acabou se transformando em livro, e como seguimos interagindo com ela, embora estando em planos diferentes.
Quero desejar a todos do Grupo muito sucesso e muita força para levar adiante esse belo trabalho de apoio espiritual!
De modo especial cumprimento a Vera pelo esforço, agora vitorioso, de liderar a criação deste espaço, que sei que será um marco no desenvolvimento espiritual de Estrela!
Fiquem na Luz!

Depoimento de Miriam Ludwig, São Leopoldo RS

Segue mais um depoimento de como a Joyce toca as pessoas! 

“Comprei o livro ‘A morte não existe’, na livraria da Feevale, campus II. Luiza, venho desejar a ti, ao teu marido e a Joyce, que estejam sempre abertos as bênçãos do Criador. Esse livro é um bálsamo, uma lição de ‘VIDA’ para todos nós, deste plano. Vou relê-lo e depois, já tenho uma lista de espera para empréstimo. Também….. não é para menos, os ensinamentos espirituais que nele constam são divinos, maravilhosos. Podes ter certeza que vou divulgá-lo. Como diz a Joyce no livro, temos que espalhar a informação de que quando saímos daqui, apenas estamos em outra dimensão, mas não morremos, e assim como muitas pessoas, eu também tive que passar por alguns aprendizados, para acreditar nesta verdade: ‘A morte não existe’. Conforme vamos nos correspondendo, vou te contando, um pouco da minha história. 

Luiza, tenho o maior prazer em me corresponder contigo e saber do teu trabalho. Tomara chegue o dia, em que eu tenha a alegria de te conhecer pessoalmente e, te dar um abraço de amiga e irmã de alma. Que estejas sempre espalhando a verdade da Luz.

Obrigada por estares no meu mundo, e por um espírito iluminado me ter feito ir numa noite dessas, antes da aula, a livraria apresentar e ajudar uma colega de aula, pois foi quando vi o livro da Joyce e o comprei. ‘Acaso que não existe’.  Um abraço imenso em seus corações iluminados, com carinho, Miriam.” 

Obrigada Miriam!

Fiquem na Luz!

Depoimento de Camila Silveira, de Porto Alegre

Boa tarde Luiza, 
Resolvi te escrever esse e-mail, pois perdi minha mãe no dia 11/03 desse ano. Desde lá tenho lido muito, o que tem me ajudado bastante. Um dia no Shopping Iguatemi, entrei em uma livraria atrás de um livro que me ajudasse a entender melhor nossa partida e encontrei o de vocês. Ontem a noite estava lendo um pouco antes de dormir, mais ou menos na página 200, depois que fechei o livro fiz uma oração para a minha Mãe e pedi para ela que assim que ela puder e tiver condições que me mande uma mensagem. Lá pelas 3:58 da manhã acordei de um sonho e tenho certeza de que estive com ela… na verdade foi um encontro, um pouco confuso, mas muito REAL. Acordei-me muito emocionada, e logo anotei tudo com medo de dormir de novo e esquecer, mas senti-a um pouco triste e isso me deixou preocupada. Ao chegar ao trabalho pela manhã, onde trabalho com a minha irmã, (somos só nós duas de filha) ela me diz assim que me vê que sonhou com ela, a Mãe, e pelo que ela me contou é que como se o meu sonho tivesse emendado no dela!!!!!!

Muito incrível.

Luiza, gostaria de uma palavra tua de consolo nesse hora, que bom seria se todos nós pudéssemos ter a dádiva que tu tens com a tua filha.

E como ela evoluiu hein!!! 
Abraços 

Camila

O Jardim que fiz para a Joyce – Yannes Zola

Em fins de 2011 o Yannes Zola trocou vários e-mails sobre contatos e canalizações de Joyce.

Agora recebemos dele:

“Mandei algumas fotos do jardim que falei que faria pra Joyce.
Fiz ele em dezembro com apenas 15 mudas…
Hoje essas 15 mudas, dão muito mais flores do que antes, cada dia um botão novo se abre.
A Joyce diz que é uma forma de nos manter conectados.”

Jardim da Joyce by Yannes Zola

 Se você também tem tido algum contato com a Joyce, nos mande alguma informação para divulgarmos, pois é parte do trabalho a que a Joyce se propos – divulgar a todos e de maneira especial entre os Jovens a continuidade da existência – a vida após a vida! 

Fiquem na Luz!

MAS TEU CORAÇÃO, NAS ESTRELAS por Odi Alexander Rocha da Silva

Recebemos de Alexander um depoimento comovente (veja em “depoimentos”) juntamente com este lindo poema em homenagem à JOYCE. Espero que vocês a apreciem tanto quanto nós.

Fiquem na Luz!

MAS TEU CORAÇÃO, NAS ESTRELAS… 

O mundo aqui segue na esteira das lembranças.

O tempo passa, é certo, mas onde a distância?

Da tua luz a Imensidão fez o Seu farol.

Amarguras, tristezas, sempre há quem fazê-las

Mas teu coração, nas estrelas, surgiu.

Desperta agora como um sonho que sumiu,

Apenas para lembrar que não partiu.

 

Todo mundo no fundo sabe: a distância maior

É estar longe do próximo,

E, nas estepes da lonjura da proximidade,

Não importa o que penso,

Não importa o que faço.

Para a certeza da dúvida, basta um passo,

Estrelas faltam dentro, fora, em térreo ou terraço.

 

Menina Joyce, será que eu também te nasço

Enquanto me renasces com tuas palavras,

Douradas como a cor dos teus cabelos?

Amarguras, tristezas, sempre há quem fazê-las,

Mas teu coração, nas estrelas, em inspirar

Me diz:” se aceitas o bem, para ficar

Ele joga teu coração para o ar”.

 

A tua luz transcende e dissipa a escuridão.

A menina fala e, então, “calço” as palavras tais

Como se fossem calçados da empresa de seus pais[1].

A inteligência atravessada de luz

Tão gigante se conduz, chegando neste mundo qual tropel.

Aráutica existência, a sabedoria é seu véu

E lhe faz anel de ouro… no dedo do céu.

 

Quando houve a contemplação do teu desfalecer,

Um casal perdeu-se de seu próprio coração.

O céu rachou e o arco-íris derreteu.

Amarguras, tristezas, algo sempre há de trazê-las

Mas teu coração, nas estrelas, mui nobre e liso

Veio derramar um afago tão preciso,

E a mera vida fez-se plena… do teu sorriso.

 

João-Homem-Grande é teu pai[2].

Agasalhado ao manto de Mãe Maria[3],

Lida com o dia-a-dia dos corações que ficaram.

Racional e valente, é muralha contra a dor.

Mas por afeto e teu favor, que se acaloram,

Ele sabe que valentes homens também choram

Por filhas do amor, que tanto adoram.

 

Tua mãe também é luz[4], o feminino da vida

Fruto das raízes, sutilezas e sonhos desta terra.

Procura entender sem ser preciso provar nada[5].

Amarguras, tristezas, sempre algo vai fazê-las

Mas teu coração, nas estrelas, com amados e brilhantes caduceus

Chega e diz, “mãe, me conta todos sonhos teus,

Que neles vou formar canções de Deus”.

 

Certa feita, Tua forma desenhou-se no ar,

E enriqueceu a mera vida.

Que viesse o relâmpago, que viesse o trovão,

A melodia da tua presença era um refrão, tão somente ‘inda mais apaixonado.

“Eu sou o que o amor em mim ungiu”

Disse a filha-tesouro, volvendo ao lar donde surgiu

Para dizer que amar é algo mais sutil.

 

E tudo ficou tão claro, extinguindo a escuridão.

Era a menina mesma, encarnando a proximidade.

Tão menina e madurando a pulsão do Espaço.

Dúvida e saudade, quando não se há de tê-las?

Mas teu coração, nas estrelas, em alegria interna

Disse as palavras que exala e externa

Uma doce menina, que é eterna.

 

Apenas é possível fazer o que se pode.

Por isso fazes o que podes,

Por isso tuas palavras, por isso pensas e amas,

Na esteira de coisas tantas

Tanto belas como santas, o espírito em tudo é transformador.

O alívio é a tarefa, a lembrança é o clamor

Da fé, da esperança, do amor.

 

A menina do sorriso que agarra

É tão simples, tão menina,

A faceirice que é séria, aconselhando alegria

Amarguras, tristezas, sempre há quem fazê-las

Mas teu coração, nas estrelas, devagarzinho

Enxuga olhos lacrimosos com carinho,

Pois cabem apenas glórias no puxadinho[6].

 

Não és superior apenas por cursos e vivências.

Em frente ao teu sorriso, um aprendiz logo vê seu lugar.

Uma menina, uma bonequinha vem para ensinar

Um professor como eu a lecionar[7].

É assim que acontece de forma sensata:

A Tua Palavra escrita, tão exata

Vivifica o que o espírito mata[8]

 

… Quando, triste, apenas quer o que acha certo.

O que é o ser humano senão a tentativa-erro de si mesmo

No nascedouro da experiência de cada dia?

Amarguras, tristezas, sempre se há de vê-las

Mas teu coração, nas estrelas, na voz-madrugada ou vespertina

Me diz que é belo pensar no amor que não termina

Crendo, muito crendo na Palavra da menina.

 

Tua presença será sempre bela, cheia do mistério elevado

Do pássaro que sombreia a lua, das aves manchando o pôr-do-sol.

Quão imatura é a descrença no poder do teu sorriso.

Na capa do livro da Tua Palavra, lá ele está,

E onde quer que ele vá, despedidas meninas são cheias de retorno

Repletas de um calor que é quase um forno

Tão belas como as estrelas que há no entorno[9].

 

O mundo vai seguindo na esteira das lembranças.

O tempo passa, correto, mas onde a distância?

Da tua luz a Imensidão fez Seu farol.

Amarguras, tristezas, o mundo muito ‘inda há de tê-las,

Mas teu coração, nas estrelas, surgiu

Pra sempre despertar tal como um sonho que sumiu

Apenas para lembrar… que não partiu.

 

Dedicado a Joyce Grossmann

Pela palavra que consola sem limites,

Por ser uma companhia que, tendo ido,

Sempre está por perto,

E a Luiza Kehl e John Grossmann,

Que criaram Joyce com a verdadeira medida do amor,

Que é o amor sem limite.

 

Respeitosamente,

Odi Alexander Rocha da Silva

06 de janeiro de 2012.


[1] Alusão à ocupação dos pais de Joyce, uma empresa exportadora de calçados.

[2] Trocadilho alusivo ao nome híbrido (inglês e alemão) do pai de Joyce, John Grossmann.

[3] Nas correspondências que envia a Joyce, transcritas no livro “A Morte não Existe – O Fim é Apenas o Começo”, de Joyce Grossmann, psicografado por Luiza Kehl, John Grossmann deseja que Joyce seja resguardada pelo manto de Mãe Maria.

[4] Referência à origem latina do nome Luiza, que significa luz, vocábulo “parente” do termo Lúcifer”, que, em latim, significa, “aquele que carrega a luz”. Por uma infeliz coincidência, Lúcifer era o nome de um dos “anjos malditos” que, conta a tradição católica, organizou uma rebelião no céu.

[5] Nas primeiras comunicações, Joyce chamou a atenção de seus pais para o fato de que suas comunicações não deveriam ser um incentivo para se provar nada, mas para incentivar a crença e, conseqüentemente, o amor.

[6] Lugar sagrado para a família de Joyce, dedicado à reflexão e espiritualidade.

[7] Alusão à profissão do autor que, de fato, é licenciado em Letras.

[8] Alusão à famosa frase do apóstolo Paulo em II Coríntios 3, 6: “a letra mata, mas o espírito vivifica”. No entanto, a falta de fé por vezes mata muitas oportunidades de crescimento, o qual volta a ser incentivado por uma palavra de amor. No caso da palavra de Joyce, uma palavra escrita.

[9] Referência à capa do livro “A Morte não Existe – O Fim é Apenas o Começo”, de Joyce Grossmann, psicografado por Luiza Kehl. Na capa, vê-se o rosto sorridente de Joyce cercado pelas constelações.

Finados – Dia para homenagear e não para ficar triste!

Finados é uma data que deveria ser de homenagem e não de tristeza.

Porque chorar a morte se A Morte Não Existe?

Existe apenas a passagem de um estado para outro, de uma dimensão para outra.

A essência da alma continua.

Homenagear as pessoas que já partiram, é lembrar os bons momentos compartilhados juntos.

Não importa quanto tempo elas ficaram ao nosso lado, mas sim, a essência do que foi vivido e compartilhado. Do aprendizado, do amor e da alegria desta convivência. Estas lembranças devem ficar para sempre na nossa memória e devem priorizar sobre qualquer outra dificuldade ou dor.

Afinal, como disse a Joyce:

Eu não quero ninguém no cemitério.

Eu não estou lá.

A morte não existe

Eu estou viva.

Eu estou bem.

Eu estou feliz.

Eu amo vocês.

Eu estou sempre com vocês. 

A volta para nossa origem é a coisa mais certa que existe desde o primeiro dia em que fomos concebidos.

Porque lamentar então?

Vivamos cada dia com entusiasmo e amor. Busquemos o conhecimento das leis divinas para que possamos aplicar aqui, nesta dimensão, aquilo a que nos propusemos para cumprirmos com nossa missão satisfatoriamente.

Viver não é seguir um caminho e sim mudá-lo para melhor.

A plenitude do amor está em fazer a diferença! 

Fiquem na Luz!

Xuxa em Abadiânia com o Médium João

Para quem quiser ver a reportagem da Xuxa na Casa de Dom Inácio, o programa “TV Xuxa” da Rede Globo com a participação do Médium João de Deus, no quadro!”Dom Especial” irá ao ar no dia 22 de Outubro, sábado próximo, a partir das 14h35min 

Curtam!

Fiquem na Luz!

O Livro mais extraordinário que já li – Vanessa Meiser – Balaio de Livros

Minha opinião sobre o livro:

 “Tudo tem seu tempo. A vida é vivida e administrada por etapas. Devemos vive-la a cada dia e não polemizar o que ainda não aconteceu.” Pág. 22.  

Difícil falar sobre este livro. Por quê? Porque não se trata de uma história comum, de um livro comum, com um tema comum. Nada disto, é o livro mais extraordinário que já tive a oportunidade de ler até hoje, e vocês devem estar se perguntando por que ele é assim tão extraordinário não é mesmo? Pois bem, eu digo: como já devem ter lido na sinopse do livro ali em cima, ele nos trás relatos da comunicação entre Joyce e seus pais, o diferencial é que o livro é sobre fatos reais escrito pela própria mãe de Joyce – Luiza. 

Joyce faleceu quando estava com 15 anos de idade, deixando sua família muito entristecida e abalada emocionalmente, claro, e não seria para menos, já que se trata da passagem de um filho, porém, através de emails e de seu médium Éden, Joyce mostra aos seus pais, à sua família que a morte não é nada do que pensamos, pelo contrário, é tudo muito tranqüilo e bonito, mostra que não devemos sofrer por quem se foi, pois, esta pessoa continua sua “vida” em outro lugar, de onde pode nos acompanhar e, como Joyce comprova, até mesmo se comunicar.

O livro todo é de uma sensibilidade incrível, eu por várias vezes me emocionei lendo a história ao me colocar no lugar de Luiza, já que também tenho filhos, duas meninas na verdade. 

É realmente muito emocionante e eu preciso mesmo agradecer à Luiza Kehl por ter me cedido um exemplar para leitura e resenha, sou muito grata a ela.

Eu não sei se o livro se enquadra no estilo de “literatura espírita”, acho que sim. Eu particularmente gosto bastante de livros espíritas e sempre recomendo a todos que gostam de ler pois, são leituras leves e dotadas de ensinamentos preciosos, exatamente o que este livro contém, ensinamentos preciosos.

Recomendado! 

“Tudo está dentro de nós. O caminho correto seria iniciar no nosso interior, mas todos começam pelo externo. Parece que quando tudo é muito fácil, não tem valor. Deus tentou facilitar tudo para nós, mas nossos olhos só enxergam para fora, para os outros”. Pág. 37. 

Vanessa Meiser – Balaio de Livros

Sonia Martins – Ibirá SP.

Olá cara Luiza, 

Terminei a leitura do livro de Joyce e aprendi muito com ela. Acho que até mesmo evolui um pouco mais, lembrando-me de que a Terra é uma escola onde adquirimos conhecimentos, experiências e testamos a nossa fé. 

Então, minha amiga Luiza, se é que lhe posso chamar assim, sua fé tem me iluminado sempre, em especial quando respondeu a minha carta aflita, em relação à cirurgia de mamãe e me aquietou o coração. Estava preparada pra tudo que viesse a acontecer. Em cada oração que faço, lembro-me de você e  de Joyce e tenho certeza de que fui ajudada e me mantive calma e equilibrada nos momentos mais difíceis. 

Seu livro é um alento a todos aqueles que não acreditam que a “morte não existe”…. me ajudou no momento que mais precisava…. e eu agradeço mais uma vez por essa oportunidade de ter conhecido o fruto de seu amor, a sua sábia filhinha Joyce, de olhar doce e sorriso encantador… 

Agora, passo a leitura a outras pessoas de minha relação e desta maneira procurarei divulgar sua obra.

Sonia

Depoimento da Miriam de Novo Hamburgo RS

“Refiro-me ao teu livro com a Joyce. Fiquei sensibilizada pela forma com a qual ela construiu as relações interdimensionais com vocês e pelo crescimento que demonstrou como espírito no transcorrer do tempo. Sou Kardecista por convicção, e por mais que tenhamos a certeza de que a vida continua a perda é sempre dolorosa, pela ausência do contato que tínhamos diariamente, e agora não mais.

Vocês são abençoados pela filha que tiveram e por terem a chance de continuar em contato com ela. Diga a ela que ela é um ser iluminado, e que foi muito linda em vida.”

Miriam B. – Novo Hamburgo RS.