A Morte Não Existe

Mensagens, depoimentos e informações sobre a história da Joyce

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Uma mensagem de Fé e Amor – Feliz 2020!

Encontrei esta mensagem da Joyce, que me parece apropriada ao momento atual!

Joyce

                         Joyce

“Felizes aqueles que têm fé e amor dentro de si.

Sabemos que grande parte da humanidade procura, mas não encontra. Na verdade não sabem nem o que procuram.

O despertar da consciência vem de dentro e cada qual tem que encontrar um momento para si. Um momento em que se possa ficar em silêncio, procurando respostas em nosso

interior. É uma prática que não requer grandes conhecimentos e que se pode obter respostas a todas as nossas dúvidas. Não precisamos, para isto, procurar lugares específicos, templos ou grupos, nós somos nossos templos e dentro dele podemos nos recolher e passar horas isolados do mundo externo, sem interferências. Este gesto é cada vez mais constante entre a humanidade.

Vários estão sendo tocados para o despertar. Não precisamos temer o desconhecido, uma vez que nós próprios fazemos parte dele.

Precisamos apenas de um pouco de disciplina para determinar o momento e deixar fluir. Precisamos nos lapidar para entender as transformações que estão ocorrendo com cada um. Não podemos mais ficar inertes, apenas aguardando os acontecimentos. Nós fazemos parte deles e temos que trabalhar para ativá-los. A mudança depende de nós para maior resultado. De qualquer forma, ela está acontecendo, independente da nossa vontade, mas, se ajudarmos, ela será maior, mais intensa e mais rápida. É o nosso momento de contribuição, está na hora de parar de pedir, e fazer. Não podemos ficar de braços cruzados, temos que caminhar todos juntos na mesma direção, levando o máximo de irmãos conosco, de mãos dadas, rumo à união universal.

Nosso planeta pede ajuda e nós podemos ajudá-lo, para o seu bem e nosso próprio. Nossa sobrevivência futura depende de nossos atos de hoje.

Estejamos, pois, conscientes de nossas atitudes. Vamos participar e trabalhar cada momento, cada vez mais, da conscientização, da paz e da prosperidade.

Estamos neste planeta para proteger e não só para usufruí-lo, muito menos para explorá-lo. Devemos, no mínimo, mantê-lo como nos foi entregue, pois ele é a nossa morada nesta

dimensão e temos que entregá-lo em condições iguais ou melhores aos nossos sucessores.”

“Não procurem ser menos do que são. Sejam fortes e sabedores de conhecimentos. Resolvam seus problemas usando suas armas. Não são indefesos. Vocês são muito fortes.

Busquem o que é seu e trabalhem.

Aprendam com a Fé e a abnegação.

Quando deixamos tudo correr normalmente, sem angústia, tudo se torna mais fácil. Lembre-se de que tem pessoas com problemas muito mais graves que os seus e que sofrem menos porque tem mais fé.

Fé não é só acreditar em Deus.

Fé é aceitar Deus assim como ele é e não como nós rotulamos que ele seja. Deus é amor, é harmonia, é equilíbrio, é conhecimento. Ele simplesmente É.

Devem se espelhar na sua sabedoria para compreender mais, praticando o bem, procurando soluções e entregando-se ao seu Amor.

Nós somos parte dele, portanto temos condições de ser igual. E é para isso que temos que trabalhar.

Conversem com Deus.

Peçam ajuda ao seu anjo da guarda.

Eles ajudarão, e como!”

Autografando

Autografando

Desejo a todos um ano novo pleno de realizações, com muita saude e muitas alegrias!

Feliz 2020!

Fiquem na luz!

Luiza.

3 de agosto. Hoje fazem 15 anos da passagem da Joyce.

3 de agosto. Hoje fazem 15 anos da passagem da Joyce.

A Morte não Existe

A Morte não Existe

Nos damos conta de quanta transformação tivemos em nossas vidas, e quanto nós também nos transformamos.

Na página 173 do livro encontrei o texto abaixo:

Fui para Abadiânia com minha amiga Bea (Lucia Beatriz Schneider), minha irmã de alma, pessoa maravilhosa que sempre me deu muita força, incentivo e até puxões de orelha quando eu questionava tudo o que estava acontecendo.

Fui para lá com a ideia de colocar em prática tudo o que já tinha aprendido. Não tinha mais nada para pedir às entidades de lá, somente agradecer e retribuir.

Então, durante os trabalhos utilizei mantras, orações e apliquei os símbolos que havia aprendido na cura quântica. Foi uma experiência incrível. Realmente eles funcionam e ajudam muito, principalmente quando a pessoa é receptiva e quer ajuda. Recebi até um agradecimento de um ser que foi socorrido e encaminhado para aprendizagem. Foi uma experiência arrepiante, mas sentia-me segura e amparada, naquele lugar, para praticar tudo o que já havia aprendido. Durante todos os anos que frequentei aquela casa, nunca tinha visualizado nada semelhante. Pude ver meu trabalho sendo realizado “ao vivo” e com resposta imediata. Foi um trabalho bem diferente de todos os outros e em todos os sentidos.

Foram três dias de muita gratificação. Eu sabia que estava no caminho certo e a Joyce estava lá para confirmar. (Eu a vi trabalhando e sorrindo para mim como um anjo).

Mas a conexão com minha filha continuava a desejar.

Certo dia, escrevi como se fosse lhe mandar uma carta:

Querida Joyce,

Não estou mais conseguindo captar as tuas ideias. Parece que se formou um bloqueio. Ajude-me a entender o que está acontecendo…

E a resposta veio imediatamente:

“Mãe,

É o teu processo de transformação. Muitas mudanças em ti, mas para melhor, viu! Se precisares de um tempo, não fique preocupada. Terás o tempo que for necessário, sem cobranças… A tua evolução é grande, portanto vais precisar de tempo para assimilar e trabalhar com esta nova realidade. 

Vai ser um trabalho gostoso, gratificante. 

Não te preocupes, tudo vai dar certo. 

Há uma grande transformação também em toda a família (o papi, a vó, o vô e a tia Lia). Imagina vários pêndulos se movendo em várias direções. Parece um pouco tumultuado, mas cada um encontrará o seu caminho, seu equilíbrio, sua paz interior e a partir daí, tudo será mais fácil. As confusões mentais não existirão mais será tudo limpo e transparente. 

Eu amo muito todos vocês. 

Joyce” (17 de julho de 2003)

Beijos, e fiquem na Luz!

Luiza

Aniversário da Joyce – e nova mensagem!

Na última quarta-feira, dia 9 de dezembro, a Joyce faria 29 anos.

Recebi esta mensagem, que agora compartilho com vocês:

A Morte não Existe

A Morte não Existe

“Há 29 anos eu nascia neste planeta. Depois de muito tempo eu voltava para resgatar alguns itens que ficaram em aberto. Junto entrelacei outras histórias que tinham relação comigo e as alinhavei para um futuro despertar.

Foi um período importante para mim e para quem comigo conviveu.
Apesar do curto período consegui fazer bastante. Não o bastante como gostaria, mas o suficiente. Muita coisa não depende só da gente. Depende do tempo de cada um envolvido…
O que realmente importa é que muitas sementes foram espalhadas. Muitas germinaram e outras ainda aguardam, pois ainda estão vivas.

De qualquer forma fiz o que tinha que ser feito.

Se para vocês meu tempo foi curto, saibam que para mim foi um piscar de olhos pois o nosso tempo aqui é diferente.

Não permaneçam na dor da perda pois não há perda. Tudo é ganho: de experiência, de aprendizado, de crescimento.

Sejam dignos de um dia voltarem para a sua casa verdadeira onde me encontro ou outra morada conforme sua história estelar.

Fiquem na Luz!
Joyce”

Beijos, Luiza

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Apresentação1

Os sinais são manifestações do Cosmos para despertar ou orientar.

Nestes tempos de muitas mudanças lembrei-me desta pequena mensagem. Dá para refletir!

Sun Activity

Sun Activity

“Os sinais são manifestações do Cosmos para despertar ou orientar.

Eles nos são emitidos a todo o momento, nas pequenas e grandes decisões em nossas vidas. Devemos estar atentos sempre para que os percebamos. Eles podem vir através de sonhos, pensamentos, ideias, avisos, convites, etc.

Tudo tem um porquê, apesar de muitas vezes não entendermos. Através deles, nossas vidas poderão tomar um rumo muito deferente do planejado inicialmente. Portanto, está em nossas mãos a escolha de nossas atitudes. Poderemos aceitá-las ou não, pois não somos forçados a nada.

Para aceitá-la temos que ter desprendimento material e do ego.

Temos que nos sentir abertos, livres para aceitar o desconhecido, uma vez que não conhecemos o que poderá estar reservado para nós. Este é um desafio muito grande, pois estamos acostumados a planejar nosso futuro de tal modo que as coisas aconteçam como nós gostaríamos que acontecessem.

E quando isto não ocorre, perdemos completamente o rumo das coisas e questionamos: “Mas como pode ter acontecido tal coisa? Estava tudo tão bem elaborado. Isto é uma injustiça! Onde está a justiça Divina e a dos homens? Porque comigo? Eu não merecia isso. ” E assim vai…. Procuram-se explicações e não se obtém as respostas.

Não precisaríamos passar por tudo isso, se fossemos mais perspicazes, mais observadores, mais abertos. Quanto ensinamento passou por nós sem que nos déssemos conta? Quantos alertas nos foram dados, os quais interpretamos erroneamente? Quantos sinais nos foram emitidos que não vimos e não escutamos? Não paramos para refletir, pensar, analisar no porquê dos fatos.

Se alguém ou uma situação chegou até nosso conhecimento, tem alguma razão de ser. A resposta só poderá ser dada por cada um que estiver vivenciando o momento, porque ela está dentro de nós. A mesma situação poderá ter tantas respostas diferentes quanto o número de pessoas por ela vivenciadas. A individualidade deve ser preservada.

A manifestação e a execução devem vir de dentro, sem que o raciocínio interfira, deixando apenas que o sentimento se manifeste.

É quando agimos com o coração que o caminho surge à nossa frente, podendo ser trilhado com segurança, pois nos levará à nossa Casa Eterna. ”

Fiquem na Luz!

Beijos,

Luiza.

Nossa Missão é escalar a montanha! Joyce, em 24/10/2003

Em 24 de outubro de 2003 Joyce nos deu a seguinte mensagem:

A Morte não Existe

A Morte não Existe

“Nossa missão é escalar a montanha.

Lá em baixo nós crescemos, nos criamos, recebemos informações e conceitos. À medida que subimos, os conceitos, as informações e os objetivos de vida vão mudando. Escorregamos, caímos, nos machucamos, pois a escalada é árdua, mas nosso objetivo agora é chegar ao topo.

Lá está o Senhor da Sabedoria.

Nesta subida está a nossa escola, nosso aprendizado. Vamos nos modificando a cada passo e atualizando nossos ‘registros’ de consciência.

O que era importante antes, agora já não é mais. A carga vai aliviando. Ao invés de ficar cada vez mais pesada nossa subida, ela deve tornar-se leve como uma pluma, contrariando as leis da física. Tudo depende de nós, de aceitarmos as mudanças, de abrirmos nossos corações para sentimentos puramente nobres. Cada fardo pesado deve ser deixado pelo caminho e substituído por amor, tolerância, abnegação e fé.

Nesta caminhada não podemos levar nossos bens materiais, pois não daríamos muitos passos com eles já que são muito pesados. Precisamos deles para sobreviver e devemos levar o suficiente até chagarmos lá em cima, mas não podemos fazer disso uma prioridade em nossas vidas.

Enquanto que o amor, a consciência, a certeza de termos feito o que podíamos pelos outros e principalmente por nós mesmos, não pesam. Só nos dão alegria e satisfação.

Quanto mais bagagens leves carregarmos, antes chegaremos ao topo.

 E aí sim, tudo será festa! Ao lado do Pai, com a missão cumprida, beberemos do cálice da vida eterna.

Sem mais sofrimentos.

Joyce” 

Beijos, e fiquem na Luz!

Luiza

Em 9 de abril, 2003, a Joyce comentou “a rotina do outro lado”…

Em 9 de abril, 2003, a Joyce comentou “a rotina do outro lado”…

O Universo

O Universo

“Querida Mãe,

O tempo aqui é bem diferente daí. A impressão do tempo passando depende de teu estado de espírito. Se estás angustiada, esperando por algo, parece que o tempo não passa. Se estás ocupada num trabalho, meses parecem minutos. Mas, para poder responder tua pergunta com mais precisão, fui pesquisar e consultar algumas pessoas. Quando tu vens para D4, tu podes, pelo menos teoricamente, tomar a forma que queres. A maioria das pessoas mantém a forma que tinham na última passagem por D3, sendo que algumas preferem rejuvenescer ou amadurecer um pouco, dependendo da sua aparência quando partiram daí. Mas é possível tu assumires uma forma, e até uma identidade, de outra encarnação. Ou uma forma e uma identidade inventadas. Por exemplo, entre as pessoas que partem de D3 muito atrasadas, existem aquelas que se identificam com maus espíritos de seitas afro-brasileiras. Então, alguém mau que tu conheces, por exemplo, quando sai daí pode se tornar um ‘Exu’ de quimbanda ou candomblé. Ele só está assumindo um papel de um personagem com quem ele se identificou. E assumindo esse papel, ele assume a identidade, as características e a aparência desse personagem.

Mas, voltando ao tempo, tinha a impressão de que aqui em D4 o tempo não passava, tu simplesmente não envelhecias. Acreditava nisso até tu me mandares este e-mail, aí fui perguntar e descobri que aqui o tempo passa mais ou menos mil vezes mais devagar que aí, ou seja, mil anos em D3 equivale a um ano em D4. Ficaste surpresa? Eu também! Acabei de saber disso. Quanto à aparência, depois que fiquei sabendo que poderia assumir a aparência que quisesse, fiquei com uma dúvida: se eu for trabalhar, como eu espero, com curas ou seja lá o que for, através de um médium, minha imagem ficará exposta aos videntes presentes (tu não acreditas como é grande o número de videntes!). Mas eu não quero ter outra cara! Então pensei, que como minha carinha de menina pode não passar muita confiança para quem me ver, eu poderia amadurecer um pouco, ficar com uns 16 anos, mais ou menos a cara que eu teria se ainda estivesse aí hoje. Seria eu mesma, um pouquinho mais velha. Aí eu poderia manter essa nova cara velha até meu retorno, até sei lá quando. O que tu achas? Responde!

A minha aparência hoje é igualzinha à que eu tinha aí, só sem os metais, que a minha querida amiga Pat ensinou a me desapegar, o que me ajudou barbaridade quando eu parti.

Nova Capa

Livro da Joyce

Tu não tens ideia, aqueles brincos eram minha grande ligação com o material. Se eu tivesse partido com eles, acho que teria muitos problemas nos primeiros tempos, não pelos brincos, mas pelo que eles representavam, meu apego à matéria. Quando ela me mandou tirar os brincos, estava me preparando para a transição, que ela percebeu que estava chegando. E como ajudou…Tu te lembras que o Papi disse ‘não precisas tirar tudo, fiques com um só’, e eu disse ‘não, ela mandou me livrar de todos os metais’. Ou foste tu que disseste isso? Não, acho que foi o Papi mesmo. Ele estava junto na nossa última viagem juntas pra Abadiânia? Acho que não, né? Ou estava? Estou um pouco confusa.

Não estou mais gordinha não, viu? Mas o meu defeito foi ‘consertado’ na segunda semana depois da minha partida. Tu te lembras que o Dr. Augusto de Almeida disse: “Quando voltares, com outra roupa, eu te operarei! ” Ele cumpriu a promessa e me curou completamente. Nunca mais quis saber disso, esqueci!!! Mãe, datas aqui são difíceis de lembrar, porque nós não temos preocupação com o tempo como o pessoal de D3, não é que eu não lembrei do aniversário do Papi, eu simplesmente não sabia que dia era. Acho até que mandei um e-mail para ele no dia do aniversário, não mandei? Mas, no dia, eu nem sabia que dia era. Diz a ele que eu pedi desculpas por isso, mas provavelmente vou esquecer nos outros anos também…. Quantos anos ele fez?

Mãezinha querida, eu tenho toda certeza do mundo que não fazes isso conscientemente, as quando dizes que esperas que eu não me esqueça de teu aniversário, tu estás, inconscientemente me fazendo uma cobrança que me prejudica, pois eu fico tentada a te fazer feliz e dou outra prova que já não são poucas: o nome do Vovô Albert, na primeira carta psicografada, o puxadinho, a palavra Papi, a Betina com os comentários dela sobre uma ‘entidade superior’, e outras coisinhas mais que não lembro agora. Além disso, também sofro em saber que tu esperas que eu lembre e eu nunca sei que ano é, quer dizer, que mês é, quer dizer, que dia é! É, as coisas aqui são meio atrapalhadas, quando se fala de tempo! A Debbie me contou que uma vez, a mando do médium João, em Abadiânia, o Eden foi fazer um trabalho de desobsessão e ela (a Debbie) trabalhou e levou um cara que jurava que estavam em 1847! Ele não percebeu a passagem de 150 anos!

Eu li o e-mail do Papi e estarei esperando vocês hoje, quarta-feira, 9 de abril (tive que olhar no computador para saber de tudo isso!), às 21 horas, no puxadinho do Pai. Estarei lá com a Debbie a partir da 19h30 / 20h00 horas, preparando o ambiente. Arrumaste a Oração de São Francisco?

Não te esqueças de mandar um relatório completo, incluindo as horas que aconteceram as coisas, descrevendo, com horário, tudo que sentiste, para ser analisado por quem entende e me ensinar a te orientar. E o Papi também.

Outro livro…desculpa, mãezinha, mas é tão gostoso te escrever!

Beijão!!!!!!!!!!!!!

Tua Joyce. ”