A Morte Não Existe

Mensagens, depoimentos e informações sobre a história da Joyce

Arquivo para Abadiânia

Mais uma tradução para o livro da Joyce – agora Alemão!

O livro da Joyce – “A Morte não Existe” está sendo traduzido para o Alemão!

A médica Mercedes Ogal, residente na Suíça e com clínica para crianças, esta fazendo a tradução.

Ela e seu marido Hans vem anualmente a Abadiânia onde permanecem em torno de 20 dias. Este ano virão em abril.

Mercedes and Hans Ogal

Mercedes and Hans Ogal in Abadiânia

Para mim é uma alegria, pois assim teremos a história da Joyce em três línguas. E não para por aí. Há mais a caminho!

Beijos, e fiquem na Luz!

Luiza

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3 de agosto. Hoje fazem 15 anos da passagem da Joyce.

3 de agosto. Hoje fazem 15 anos da passagem da Joyce.

A Morte não Existe

A Morte não Existe

Nos damos conta de quanta transformação tivemos em nossas vidas, e quanto nós também nos transformamos.

Na página 173 do livro encontrei o texto abaixo:

Fui para Abadiânia com minha amiga Bea (Lucia Beatriz Schneider), minha irmã de alma, pessoa maravilhosa que sempre me deu muita força, incentivo e até puxões de orelha quando eu questionava tudo o que estava acontecendo.

Fui para lá com a ideia de colocar em prática tudo o que já tinha aprendido. Não tinha mais nada para pedir às entidades de lá, somente agradecer e retribuir.

Então, durante os trabalhos utilizei mantras, orações e apliquei os símbolos que havia aprendido na cura quântica. Foi uma experiência incrível. Realmente eles funcionam e ajudam muito, principalmente quando a pessoa é receptiva e quer ajuda. Recebi até um agradecimento de um ser que foi socorrido e encaminhado para aprendizagem. Foi uma experiência arrepiante, mas sentia-me segura e amparada, naquele lugar, para praticar tudo o que já havia aprendido. Durante todos os anos que frequentei aquela casa, nunca tinha visualizado nada semelhante. Pude ver meu trabalho sendo realizado “ao vivo” e com resposta imediata. Foi um trabalho bem diferente de todos os outros e em todos os sentidos.

Foram três dias de muita gratificação. Eu sabia que estava no caminho certo e a Joyce estava lá para confirmar. (Eu a vi trabalhando e sorrindo para mim como um anjo).

Mas a conexão com minha filha continuava a desejar.

Certo dia, escrevi como se fosse lhe mandar uma carta:

Querida Joyce,

Não estou mais conseguindo captar as tuas ideias. Parece que se formou um bloqueio. Ajude-me a entender o que está acontecendo…

E a resposta veio imediatamente:

“Mãe,

É o teu processo de transformação. Muitas mudanças em ti, mas para melhor, viu! Se precisares de um tempo, não fique preocupada. Terás o tempo que for necessário, sem cobranças… A tua evolução é grande, portanto vais precisar de tempo para assimilar e trabalhar com esta nova realidade. 

Vai ser um trabalho gostoso, gratificante. 

Não te preocupes, tudo vai dar certo. 

Há uma grande transformação também em toda a família (o papi, a vó, o vô e a tia Lia). Imagina vários pêndulos se movendo em várias direções. Parece um pouco tumultuado, mas cada um encontrará o seu caminho, seu equilíbrio, sua paz interior e a partir daí, tudo será mais fácil. As confusões mentais não existirão mais será tudo limpo e transparente. 

Eu amo muito todos vocês. 

Joyce” (17 de julho de 2003)

Beijos, e fiquem na Luz!

Luiza

Aproveitem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Em 9 de abril, 2003, a Joyce comentou “a rotina do outro lado”…

Em 9 de abril, 2003, a Joyce comentou “a rotina do outro lado”…

O Universo

O Universo

“Querida Mãe,

O tempo aqui é bem diferente daí. A impressão do tempo passando depende de teu estado de espírito. Se estás angustiada, esperando por algo, parece que o tempo não passa. Se estás ocupada num trabalho, meses parecem minutos. Mas, para poder responder tua pergunta com mais precisão, fui pesquisar e consultar algumas pessoas. Quando tu vens para D4, tu podes, pelo menos teoricamente, tomar a forma que queres. A maioria das pessoas mantém a forma que tinham na última passagem por D3, sendo que algumas preferem rejuvenescer ou amadurecer um pouco, dependendo da sua aparência quando partiram daí. Mas é possível tu assumires uma forma, e até uma identidade, de outra encarnação. Ou uma forma e uma identidade inventadas. Por exemplo, entre as pessoas que partem de D3 muito atrasadas, existem aquelas que se identificam com maus espíritos de seitas afro-brasileiras. Então, alguém mau que tu conheces, por exemplo, quando sai daí pode se tornar um ‘Exu’ de quimbanda ou candomblé. Ele só está assumindo um papel de um personagem com quem ele se identificou. E assumindo esse papel, ele assume a identidade, as características e a aparência desse personagem.

Mas, voltando ao tempo, tinha a impressão de que aqui em D4 o tempo não passava, tu simplesmente não envelhecias. Acreditava nisso até tu me mandares este e-mail, aí fui perguntar e descobri que aqui o tempo passa mais ou menos mil vezes mais devagar que aí, ou seja, mil anos em D3 equivale a um ano em D4. Ficaste surpresa? Eu também! Acabei de saber disso. Quanto à aparência, depois que fiquei sabendo que poderia assumir a aparência que quisesse, fiquei com uma dúvida: se eu for trabalhar, como eu espero, com curas ou seja lá o que for, através de um médium, minha imagem ficará exposta aos videntes presentes (tu não acreditas como é grande o número de videntes!). Mas eu não quero ter outra cara! Então pensei, que como minha carinha de menina pode não passar muita confiança para quem me ver, eu poderia amadurecer um pouco, ficar com uns 16 anos, mais ou menos a cara que eu teria se ainda estivesse aí hoje. Seria eu mesma, um pouquinho mais velha. Aí eu poderia manter essa nova cara velha até meu retorno, até sei lá quando. O que tu achas? Responde!

A minha aparência hoje é igualzinha à que eu tinha aí, só sem os metais, que a minha querida amiga Pat ensinou a me desapegar, o que me ajudou barbaridade quando eu parti.

Nova Capa

Livro da Joyce

Tu não tens ideia, aqueles brincos eram minha grande ligação com o material. Se eu tivesse partido com eles, acho que teria muitos problemas nos primeiros tempos, não pelos brincos, mas pelo que eles representavam, meu apego à matéria. Quando ela me mandou tirar os brincos, estava me preparando para a transição, que ela percebeu que estava chegando. E como ajudou…Tu te lembras que o Papi disse ‘não precisas tirar tudo, fiques com um só’, e eu disse ‘não, ela mandou me livrar de todos os metais’. Ou foste tu que disseste isso? Não, acho que foi o Papi mesmo. Ele estava junto na nossa última viagem juntas pra Abadiânia? Acho que não, né? Ou estava? Estou um pouco confusa.

Não estou mais gordinha não, viu? Mas o meu defeito foi ‘consertado’ na segunda semana depois da minha partida. Tu te lembras que o Dr. Augusto de Almeida disse: “Quando voltares, com outra roupa, eu te operarei! ” Ele cumpriu a promessa e me curou completamente. Nunca mais quis saber disso, esqueci!!! Mãe, datas aqui são difíceis de lembrar, porque nós não temos preocupação com o tempo como o pessoal de D3, não é que eu não lembrei do aniversário do Papi, eu simplesmente não sabia que dia era. Acho até que mandei um e-mail para ele no dia do aniversário, não mandei? Mas, no dia, eu nem sabia que dia era. Diz a ele que eu pedi desculpas por isso, mas provavelmente vou esquecer nos outros anos também…. Quantos anos ele fez?

Mãezinha querida, eu tenho toda certeza do mundo que não fazes isso conscientemente, as quando dizes que esperas que eu não me esqueça de teu aniversário, tu estás, inconscientemente me fazendo uma cobrança que me prejudica, pois eu fico tentada a te fazer feliz e dou outra prova que já não são poucas: o nome do Vovô Albert, na primeira carta psicografada, o puxadinho, a palavra Papi, a Betina com os comentários dela sobre uma ‘entidade superior’, e outras coisinhas mais que não lembro agora. Além disso, também sofro em saber que tu esperas que eu lembre e eu nunca sei que ano é, quer dizer, que mês é, quer dizer, que dia é! É, as coisas aqui são meio atrapalhadas, quando se fala de tempo! A Debbie me contou que uma vez, a mando do médium João, em Abadiânia, o Eden foi fazer um trabalho de desobsessão e ela (a Debbie) trabalhou e levou um cara que jurava que estavam em 1847! Ele não percebeu a passagem de 150 anos!

Eu li o e-mail do Papi e estarei esperando vocês hoje, quarta-feira, 9 de abril (tive que olhar no computador para saber de tudo isso!), às 21 horas, no puxadinho do Pai. Estarei lá com a Debbie a partir da 19h30 / 20h00 horas, preparando o ambiente. Arrumaste a Oração de São Francisco?

Não te esqueças de mandar um relatório completo, incluindo as horas que aconteceram as coisas, descrevendo, com horário, tudo que sentiste, para ser analisado por quem entende e me ensinar a te orientar. E o Papi também.

Outro livro…desculpa, mãezinha, mas é tão gostoso te escrever!

Beijão!!!!!!!!!!!!!

Tua Joyce. ”

Depoimento de Daianni Urzedo

Oi Gente,

Fiquei emocionada com um depoimento que recebemos da Daianni.

Muito linda a experiência dela. Impressionante como a Joyce se manifesta em tantos lugares diferentes. Hoje ela diz que qualquer pessoa que ler o livro pode entrar em conexão com ela. Segue o depoimento:

 

“Olá Luiza, boa tarde!

Venho através deste agradecer pelos ensinamentos de seu livro tão especial “A Morte Não Existe”.

Meu nome é Daianni, moro na cidade de Uberaba/MG.

Conheci e morei durante alguns anos em frente à Casa do nosso irmão Chico Xavier.
Penso que ele conseguiu aprimorar os conhecimentos desse processo evolutivo espiritual no qual todos nós passamos e os apresentou a humanidade.

Desde de pequena tenho visões, audições, sentimentos que nunca consegui explicar a ninguém.

Tive inúmeros problemas de saúde em toda a minha trajetória, em meus 30 anos de vida terrestre.
Formei em Psicologia e especializei na abordagem Humanista.

Mas lhe digo de todo coração, eu nunca havia sido tocada tão profundamente com tamanhas palavras, como fui nesses últimos dias lendo seu livro. Foi por um “acaso” (chamarei de acaso pois não consigo mesmo explicar), que meu irmão me entregou o seu livro para eu ler, a vinte dias atrás.

No final do ano de 2005, na porta do meu quarto, em meio a madrugada, eu acordei de um sonho e de repente vi uma garotinha pulando corda. Ela sorria para mim e dava algumas risadinhas gostosas que não sei descrever o quanto aquilo ficou registrado em minha mente e me tocou. Quando estava lendo seu livro e cheguei na foto da Joyce com 12 anos na página 141 não acreditei. Chorei por horas, senti o mais gostoso arrepio que já havia sentido em toda a minha vida. Era como se ela estivesse ali do meu lado fazendo relembrar daquela menina que pulava corda. Me despertou o sentimento mais estranho, profundo, gostoso, me deu vontade de sorrir e gritar ao mesmo tempo. Eu estava na casa da minha avó sozinha, com a companhia apenas da nossa cachorrinha Jolie. A Jolie começou a latir, a rosnar e quanto mais ela fazia isso mais eu arrepiava. Foi emocionante.
O seu livro por inteiro fez eu pensar sobre a minha vida, meus planos, propósitos existenciais.
Desde este dia, meu mentor espiritual se apresentou e começou a conversar comigo.
Me identifiquei muito em suas doces palavras, a minha ida a Abadiânia no ano passado, as falas do médium comigo.

Não sei se algum dia irei conhece-la pessoalmente, mas desde já agradeço de todo o coração a oportunidade de conseguir encontrar ainda nessa vida terrestre o meu caminho, a estrada mais perfeita destinada desde meu nascimento, que eu só não havia entendido ainda. Eu tinha dúvidas que agora não tenho mais.
Muito obrigada!

Daianni Urzedo”

Lindo, não é?

Beijos, e fiquem na Luz!

Luiza

Xuxa em Abadiânia!

A apresentadora  Xuxa retorna a Abadiânia!
Xuxa na Casa de D.Inácio

 

Lembro que o inicio de nossa caminhada espiritual foi em Abadiânia!

Beijos, e fiquem na Luz!

Acabamos de voltar de Abadiânia!

Acabamos de voltar de Abadiânia!

Estivemos “fora do ar” pois estivemos em Abadiânia nesta última semana.

Como sempre uma energia única e maravilhosa.

Casa de D.Inácio

Casa de D.Inácio

Os trabalhos na ‘corrente’ foram ÓTIMOS!

Médium João Teixeira

Médium João Teixeira, ou João de Deus, como é mais conhecido

Conhecemos novos amigos, e pudemos ajudar alguns irmãos. Foi bastante gratificante.

E a Joyce se fez presente! Aliás, como sempre o faz.

Estamos decididos a não deixar que transcorra mais tanto tempo entre cada visita. Voltaremos a ir mais amiúde.

Desta vez ficamos na Pousada do Fabio Gaúcho.

Fabio Gaúcho entre amigos

Fabio Gaúcho entre amigos

Fomos de avião na terça-feira até Brasília e de lá alugamos um carro. Retornamos na sexta-feira a Brasília e sábado pela manhã a Porto Alegre.

Baterias recarregadas!

Recomendamos aos que ainda não conhecem a energia do lugar que procurem conhecer. Vale a pena, de verdade!

 

Beijos, e fiquem na Luz!